quarta-feira, 26 de maio de 2010

PROMOÇÃO DNA


Galera, é o seguinte, o Blog "Ele Une Todas As Coisas" (meu - Bia Sampaio) vai dar o novo Álbum de Jorge Vercillo - D.N.A.

Para concorrer é muito simples, você deverá gravar um vídeo cantando uma música do novo CD, fazendo uma interpretação (é lógicoooooo) e postar no YouTube.

Não será julgado: Afinação

Será Julgado: *Criatividade, *interpretação... Use e abuseeeeeeeeeee.

-Serão desconsiderados vídeos: Só com fotografias ( sem aparecer a pessoas em questão) e Playback (pode utilizar a música do cd novo ao fundo, mas tem que dar pra escutar a sua voz) e com a música DEVE SER (essa já deu , né?)

É um concurso cultural, por isso solte o Vercillo que há dentro de você! (ahuahuhauhauhauhuahua)

Os vídeos deverão ser postados até o dia 13 de Junho, e o link enviado para o email: biafsampaio@gmail.com

O resultado da Promoção sairá no dia 15 de Junho!!

Ps - O CD será enviado para sua residência !!!


Agradecimentos:
Mrc Frnnds

Vercillo e Ana Cañas - 12 de Junho - Bahia

Ingressos :
R$ 50 (pista)
R$ 120 (Camarote - Open Bar -
Água, cerveja, refrigerante e Prosecco)
Pontos de Venda: Ticketmix (Shoppings: Iguatemi, Paralela e Barra)

Forma de pagamento: Dinheiro ou Cartão de Crédito (Não divide)


19h na Área Verde do Othon

segunda-feira, 24 de maio de 2010

DNA - abduções ativa código genético ... (11.11)

http://extra.globo.com

Divulgação

Ano passado, durante a turnê “Todos nós somos um”, uma escritora visitou o camarim de Jorge Vercillo ao final de um show, no interior de São Paulo, e comentou que as letras de suas músicas continham mensagens extraterrestres. Desde então, o cantor despertou para assuntos como ufologia, cosmologia, holística, física quântica...

Acredito piamente em UFOs, e essa certeza me vem por intuição, porque nunca vi nada concreto nesse sentido. Confio nesse canal, porque é o mesmo que me traz a minha música, e dela eu sobrevivo — discursa o artista, que lança o CD “DNA”, calcado nesse universo abstrato:

— DNA é um projeto do Portal 11.11, teoria que diz que as abduções têm como objetivo ativar o código genético do ser humano, tornando-o favorável à evolução. Muita gente encara como piada, maluquice, mas é sempre bom incitar a discussão.


Em 13 faixas, o novo CD é plural: fala de amor, convivência equilibrada entre as diferenças, autoconhecimento, espiritualidade... Tem até espaço para homenagem a Michael Jackson.

A canção “Quando eu crescer” me remete a ele. Foi um gênio, uma criança grande que despertou muita inveja. Eu até achei que ele poderia ser pedófilo, mas era de uma ingenuidade inacreditável — explica.

Um reencontro com o pop:
“DNA” resgata um lado pop de Vercillo que parecia engavetado. “Há de ser” (em dueto com Milton Nascimento), “Memória do prazer” (parceria com a mulher, Gabriela), “Me transformo em luar” (já nas rádios), “Um edifício no meio do mundo” (gravada antes pela parceira Ana Carolina) e o bônus “Deve ser” (da trilha de “Viver a vida”) se destacam. Mais original foi a ideia de explicar faixa a faixa e pôr glossário no encarte do CD.

Jorge Vercilla - entrevista no Hoje em Dia - BH


Patrícia Cassese - Repórter - 12/05/2010 - 09:30

Novidade, seu nome é Jorge Vercillo. Bem, ao menos neste momento, é difícil encontrar alguém com tantas boas novas na cartola. A que vamos tratar aqui é o disco novo, “D.N.A.”, mas cumpre lembrar que o trabalho é fruto justamente de outras tantas news, tais como mudança de gravadora (Sony Music), inauguração de estúdio próprio, novas parcerias e, como cereja do bolo, a participação de ninguém menos que Milton Nascimento, na faixa “Há de Ser”. Bituca, aliás, não poupa elogios ao cantor e compositor no material divulgado à imprensa. A saber: Jorge é o que eu entendo por verdadeiro músico. É um amigo, faz parte de minha família, assim como abriu as portas da dele. E como se não bastasse ainda me deu a felicidade de cantarmos juntos Há De Ser, uma obra prima. Irmão, obrigado a você e a seus músicos maravilhosos”, declara-se.


E como o moço definiria seu momento? “Acho que o prazer e o tesão pela carreira, pela música, é isso o que faz o artista estar sempre se renovando, buscando coisas novas, trabalhando com pessoas novas, enfim, isso tudo é muito estimulante, e este disco reflete muito o meu momento. Na verdade, essa mudança vem se desenhando desde Todos Nós Somos Um”, diz ele, em entrevista ao HOJE EM DIA, por telefone, do Rio de Janeiro, citando o trabalho anterior.


Sobre a mudança de casa, ele avalia: “Fiquei dez anos na EMI, desde quando entrei, com o disco Leve, e a música Final Feliz estava estourada. A EMI fez todo um trabalho de criar público. Mas com a diminuição do tamanho das gravadoras, pela crise no mercado fonográfico, achei que valeria a pena ficar independente, estar sozinho. Curiosamente, nesta hora entrou um novo presidente, o Marcelo Castelo Branco - uma pessoa maravilhosa, torço muito por ele - que entendeu que era hora de mudanças. Então, saí pacificamente, pela porta da frente. E aí acabou acontecendo o contrato com a Sony com outro know-how, com arrojo maior nos projetos”.


Ao mesmo tempo, ele assegura que teve total liberdade para trilhar o caminho artístico de sua predileção. “Tanto que o disco abre com uma música hermética, mais densa, à la Clube do Esquina”, diz, referindo-se “Há de Ser”.


Aliás, como se deu a aproximação com Bituca? “Tinha feito, no disco passado, o samba Tudo O Que Eu Tenho, que é autobiográfico, fala de algumas das minhas referências, como Chico Buarque, Caetano Veloso e, claro, Milton (na letra, descrito como “ouro preto nas minas da canção”). Ele ouviu, se emocionou, me chamou para um encontro na casa dele, passou a ir aos meus shows, e daí veio a vontade de gravar junto”.


“D.N.A” traz 13 faixas, sendo apenas duas não inéditas: “O Que Eu Não Conheço” (parceria de Vercillo com Jota Velloso), já gravada por Maria Bethânia em 2009, no disco “Tua”, e que agora ganha uma versão mais intimista, e “Um Edifício no Meio do Mundo” (Jorge Vercillo/Ana Carolina), registrada pela parceira no projeto “Dois Quartos”, de 2009.


Como bônus, o disco traz “Deve Ser”, da trilha da novela “Viver a Vida”, de Manoel Carlos. “Também mais densa, mais hermética”.


A música de trabalho, “Me Transformo em Luar”, foi escolhida em conjunto com a equipe da Sony, em encontros pra lá de informais, chez Vercillo. “Foi muito agradável, a gente reunia imprensa, pessoal de rádio, diretores, até jogávamos bola - lá, na minha casa, tem um campinho de futebol, o pessoal se animou, colocou short. Foi no momento em que eu estava sendo apresentado ao staff da Sony e vice-versa, e, nas audições que aconteciam nestes encontros, já se sentia que esta era uma música apropriado para este momento da minha carreira, mais abrangente. Então, escolhemos esta primeira, depois deve vir Arco- Íris (faixa que conta com participação de Filó Machado), e também quero trabalhar a participação do Milton”.


Um acepipe é fruto direto de uma viagem feita ano passado. Em setembro, o cantor embarcou para uma temporada de shows em Luanda, Angola, onde gravou a afro “Quando Eu Crescer”, que tem parte da letra cantada em Kimbundo, um dos dialetos angolanos, em versão criada por Felipe Mukenga.


A canção tem a participação do cantor angolano Dodô Miranda, a percussão de Dalu Rogê e o apoio de um coral de adolescentes angolanos. Vercillo e Felipe Mukenga doaram integralmente os diretos autorais da música para o projeto de alfabetização das crianças angolanas.


Quanto ao fato de agora ter o seu próprio estúdio, batizado de “Poeta Paulo Emílio”, em homenagem ao compositor Paulo Emílio, sogro de Vercillo, e parceiro de nomes como Aldir Blanc, João Bosco e Sueli Costa, entre outros; ele diz: “Acho que o tempo foi um artigo de luxo neste meu momento, pude gravar dez bases, colocar a voz logo depois... E foi assim que pude parar pro Natal e reveillon, e que tive o tempo de refazer uma ou outra base, gravar na África, enfim, teve toda uma sofisticação de detalhes, a participação da cantora Ninah Jo (na faixa “Memória do Prazer”)...


Ah! É justamente esta a faixa que ele fez em dobradinha com a mulher, Gabriela. “A parceria aconteceu completamente ao acaso. Eu ficava cantarolando trechos e ela começou a me ajudar em algumas palavras, sugerindo coisas... Então, era mais do que justo que eu creditasse a parceria”.


E já que o assunto é parceria, a gente aproveita para perguntar a quantas anda a com a mineira Ana Carolina. “Bem, ela está com a agenda muito apertada, e eu idem, numa correria. Mas a nossa amizade rendeu frutos que marcaram a nova geração da música, fizemos o clipe Abismo, que está no meu DVD, e muitas outras”. “D.N.A.” traz ainda a jazzística “Caso perdido”, primeira parceria de Vercillo com Max Viana, nascida em um dos vários encontros de compositores promovidos por Vercillo e Dudu Falcão.


Outra questão que não pode ficar de fora da conversa: os shows de lançamento do álbum. “Não posso te dizer com absoluta certeza as datas, mas BH com certeza, estará no roteiro, bem como o interior de Minas... Em maio, a gente inicia a agenda pelo Rio de Janeiro, depois vem Santa Catarina, capital e interior, depois interior São Paulo...”.


“Nas últimas semanas, estou mais focado no show, fiz uma pré-estreia no Teatro Castro Alves, em Salvador, quando deu para ajeitar muita coisa. Ele vem se aquecendo”, garante.

domingo, 23 de maio de 2010

Vamos agitar, Salvador

Os ingressos do show de Jorge Vercillo, dia 12 de Junho, na Área Verde do Othon, já estão à venda na Ticketmix:

Pista: R$ 50 reais

Camarote Open Bar : R$ 120 reais

Informações: 32726100

sábado, 22 de maio de 2010

Mais entrevistas sobre o DNA - Jorge Vercillo

Foto: Site oficial do cantor

Libriano, nascido em Botafogo e criado sob o sol da praia do Leme, se encantou cedo pela música. "Filho da MPB", Vercillo será a grande atração dos 10 anos da rádio Nova Brasil FM

Com sua sonoridade e versatilidade, Jorge Vercillo se consagra entre os nomes de destaque da nova safra de artistas da música brasileira. O carioca Jorge Vercillo aterrissa na pauliceia para apresentar seu álbum "D.N.A.", lançado neste mês, pela Sony Music, exclusivamente, no show de 10 anos da rádio Nova Brasil, que acontece no próximo dia 30, no Via Funchal.

Vercilloe se encantou cedo pela música. "Filho da MPB", como ele próprio se denomina, Vercillo teve como empurrão para a carreira a influência de sua tia, a cantora Leda Barbosa, um dos principais nomes da Rádio Nacional, que se encantou com a voz do sobrinho. Além, é claro, de inspiração em ídolos consagrados do circuito musical nacional e internacional, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Michael Jackson e Stevie Wonder, entre outros.

Uma trajetória de sucesso, marcada pela paixão e por muita dedicação: assim pode ser explicada a carreira do jovem Vercillo, que ganhava a vida cantando pela noite, em bares e casas noturnas de cidades interioranas que o fizeram participar de diversos festivais, e o levaram ao encontro do reconhecimento.

A seguir, Jorge Vercillo comenta essa trajetória musical, e relembra nomes que contribuíram para essa história de sucesso, além, é claro, de falar sobre as novidades de seu novo álbum, nomeado "D.N.A.". Acompanhe.

Como é ser considerado um dos principais nomes da chamada nova geração de astros da MPB?

Não fui apenas eu quem ficou conhecido. Esta nova geração, de fato, revelou muitos nomes. Pode não parecer, mas é difícil se destacar e se diferenciar depois de grandes artistas que fizeram história da música brasileira. O reconhecimento faz parte da busca que realizei, de um sonho, sempre com muita dedicação.

Quando este sonho começou a se tornar realidade?
A noite foi a minha grande história. Aliei minhas apresentações em bares e casas noturnas aos festivais, que deram formato ao meu primeiro disco, o "Encontro das Águas". Nunca pensei em desistir, pois acredito que minha relação com a música é essencial à minha vida. A música equilibra o meu viver.

Da constelação de nomes da história da música brasileira, quais foram aqueles que inspiraram você e que deram gana para a realização do seu sonho?
Sou um dos filhos da MPB. Sempre adorei escutar Chico Buarque, Caetano Veloso, Gil e muitos outros. Outro nome importante que contribuiu muito com a minha carreira foi o da minha tia, Leda Barbosa, uma das principais cantoras da Rádio Nacional. Também escutei muita música negra, mas focalizei meu trabalho na MPB. Porém, mantenho ligação com a música afro-brasileira.

Em meio à diversidade de ritmos e estilos, como explicar a aceitação do público a essa "renovada" música popular brasileira?
Posso dizer que o público cresceu e começou a valorizar a música brasileira. Essa renovação teve início em 2000, e para quem faz parte dela é gratificante saber que acabamos apresentando, a este novo público, grandes nomes que fizeram parte da música brasileira. Por mais estilos que existam, vejo que o público exige qualidade, característica evidente da MPB.

Como vitorioso, o que mais você almeja no campo musical?
Almejo fazer e sentir o que gosto, conquistando cada vez mais independência, porém dando continuidade à minha carreira, trabalhando com diversos estilos e artistas. Mesmo sendo centralizador, preservo o respeito a tudo e a todos.

Em sua discografia se notam as boas parcerias, certo? Como elas acontecem?

As parcerias se dão durante a vida. Depende muito da empatia que se tem com a pessoa. Admiro todos com quem já tive o prazer de gravar. Nomes como Jota Maranhão; Paulo César Feital e Altay Veloso, entre outros, são exemplos de grandes parcerias com as quais sempre aprendo algo e que contribuem para a minha maturidade profissional.

E neste novo álbum, "D.N.A.", qual é a grande parceria? Também comente este novo trabalho que será mostrado neste grande show em São Paulo.

Neste novo trabalho tenho uma grande parceria, aliás, uma grande parceira, a minha esposa, Gabriela Vercillo. Juntos, dividimos a letra do standard jazz "Memória do prazer", que tem melodia do compositor. O disco apresenta ao todo doze faixas, das quais dez são canções inéditas, todas de minha autoria, sozinho ou em colaboração com parceiros habituais, como Dudu Falcão e Ana Carolina. O álbum também registra minha primeira parceria com o compositor Alexandre Rocha, no ijexá "Por nós", além do encontro inédito com Filó Machado, no samba funk latino "Arco-Íris

Fonte: http://www.dci.com.br/

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vercillo em Campinas e Jundiaí


O cantor Jorge Vercillo faz show dia 28 em Campinas, às 22h, no Espaço Edding, no Taquaral, e no dia seguinte se apresenta em Jundiaí, no Teatro Polytheama, às 20h. As apresentações fazem parte da turnê do álbum “D. N. A”, lançado em março deste ano. É o oitavo disco de estúdio de Vercillo e o que marca a estreia do artista na gravadora Sony Music. “É o meu trabalho mais completo”, disse, em entrevista dada por telefone ao TodoDia.

O grande nuance do novo CD é o estilo conciliatório embutido por ele em suas novas composições. “As novas canções foram construídas como um mosaico, mas com bastante homogeneidade”, ressalta. Os grandes trunfos de Vercillo neste trabalho são a participação especial de Milton Nascimento na faixa “Há de Ser” e seu experimentalismo com o samba “Verdade Oculta”.

O carioca Vercillo se disse muito entusiasmado para o show na RMC (Região Metropolitana de Campinas). “Eu tenho uma ótima identificação com essa região. Tenho uma prima que mora por perto. Estou bastante contente e ansioso”, comenta.


Na opinião dele, o “D.N.A” é uma continuidade da construção estética realizada no álbum anterior (Todos Nós Somos Um). “Foi um disco feito com calma no qual procurei entrar na atmosfera do MPB, do pop e música dançante”, disse. Todas as composições foram feitas no estúdio do artista e foram pensadas para o público. Não é à toa que o cantor se preocupou em produzir um glossário destinado ao seus fãs que variam de uma faixa etária, na opinião dele, dos sete aos 75 anos.


“Tenho uma platéia bem variada. Talvez seja pela minha versatilidade em termos de ritmos. Tenho um lado pop com ‘Homem Aranha’ que a criançada se identificou muito, tenho também com ‘Reino das Águas Claras’,
cita.


Outra novidade que as inéditas trazem nesse novo disco é a parceria dele com a esposa Gabriela Vercillo na canção “Memória do Prazer”. Outra parceria de destaque feita por ele é com o premiado multi-instrumentista Filó Machado no samba funk latino “Arco-Íris”e “Caso Perdido”, primeira parceria do compositor com Max Viana.


Jorge Vercillo também brinda seus fãs com alguns sucessos de sua carreira com três canções do álbum “Elo” (2002), “Fênix” (parceria com Flávio Venturini), “Que Nem Maré” e “Homem-Aranha” (ambas de Jorge Vercillo). Esta última ganhou para o show um novo arranjo de rockabilly.


Jorge Vercillo sobe ao palco acompanhado de músicos experientes, como Bernardo Bosisio (guitarra e violões), André Neiva (baixo), Glauton Campello (teclados), Claudio Infante (bateria), Orlando Costa (percussão), Jessé Sadoc (trompete) e Glauco Fernandes (violino).

Serviço

D.N.A (em Campinas)

Quando? 28 de maio de 2010 (sexta-feira)

Onde? Espaço Edding - Avenida Nossa Senhora de Fátima, 697 - Taquaral

Quanto? R$ 50 a R$ 100
Contato: (19) 4003-1212 www.ingressorapido.com.br

D.N.A (em Jundiaí)
Quando? 29 de maio de 2010 (sexta-feira)

Onde? Teatro Polytheama - Rua Barão de Jundiaí, 176 - Jundiaí

Quanto? R$ 35 a R$ 40

Contato: (11) 4586-2472

Fonte: http://portal.tododia.uol.com.br/

ps- Algumas, poucas, palavras e informações foram modificadas pela autora do blog, para dar sentido ao texto!
hauhauahuahuahua

quinta-feira, 20 de maio de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Entrevista no Jornal O Liberal

O cantor Jorge Vercillo volta à cena musical brasileira e lança o seu oitavo disco de estúdio, DNA. O álbum tem 12 faixas que abordam temáticas esotéricas, segundo ele, ligadas à ufologia, gravadas no conforto de sua casa, no estúdio "Poeta Paulo Emílio", batizado com o nome do compositor, sogro do artista. As composições reveladoras da identidade de Vercillo contaram com participações de Ana Carolina, Milton Nascimento e Gabriella Vercillo, sua esposa. A turnê do novo disco começou este mês, logo após o lançamento do álbum, viajará por todo o Brasil e passará por aqui. "Belém é uma cidade muito querida. A ligação com a natureza, com a flora. Com certeza estaremos levando o DNA."

O disco, produzido por Paulo Calasans e Jorge Vercillo, marca a estreia do compositor na gravadora Sony Music. A escolha do nome "DNA" faz referência à palavra "identidade". Vercillo passou para as músicas suas impressões sobre o mundo e a vida na Terra. Algumas letras falam sobre teorias ufológicas que inspiraram o nome do disco. Segundo ele, uma das teorias explica o motivo das abduções - sequestro de seres humanos por extraterrestres: a finalidade de acelerar a evolução do DNA, através de experiências, como objetivo de fazer a espécie humana evoluir mais rápido. "Acho essa história muito interessante. O samba ‘Verdade oculta’ fala sobre uma nova visão [sobre a vida]", explica Vercillo. A música trata sobre aceitação e tolerância entre culturas, religiões e etnias.

As letras refletem aprendizados que sobrevieram com a experiência de vida do artista. "O meu trabalho traduz o conceito de polaridade. Às vezes você não gosta de uma facção contrária à sua filosofia. Precisamos aprender a conviver com o contrário da gente. Se não existisse sertanejo, não existiria espaço para Jorge Vercillo", explicou. Ele contou que os próprios fãs identificaram nas letras de composições mais antigas, influências da ufologia. "Muitas letras minhas estão relacionadas a mensagens extraterrestres." Quando indagado sobre qual o objetivo de comunicar sua interpretação à respeito da vida terrestre, ele disse: "Não tenho pretensão de ser o dono da verdade. Cada um tem uma verdade. Todo esse mundo é relativo. O artista tem um pouco dessa licença para instigar as pessoas a pensarem de uma forma diferente".

Para ver a matéria completa assine O Liberal Digital.

http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=248&codigo=471780

Hoje, Vercillo dá início a turnê DNA, em SC

Foto: Site oficial do Cantor

Conheça o D.N.A. de JORGE VERCILLO

CANTOR COMEÇA HOJE, EM JARAGUÁ, A MINITOUR POR SANTA CATARINA

Não é brincadeira. Jorge Vercillo está no Estado em uma minitour, e empolgado. A série de shows começa hoje, em Jaraguá do Sul. As próximas apresentações serão amanhã, no V12 Lounge Bar, em Joinville; sexta-feira, no Floripa Music Hall; e sábado, no Kiwi Bar, em Itajaí.

É uma oportunidade interessante para o catarinense, mesmo para aquele que já viu as apresentações anteriores: o novo álbum do cantor, “D.N.A.”, acaba de chegar às prateleiras.

Vercillo diz que não é ensaiado o entusiasmo pelos shows que está iniciando pelo País – fugindo do circuitão, que restringe-se às casas tradicionais dos grandes centros. Não que esse tipo de coisa seja exatamente uma novidade: aos 41 anos, o músico está chegando ao seu oitavo álbum de estúdio. Como estourou não faz tanto tempo assim, o público tende a imaginar que é um artista menos experiente do que na verdade é.

“Eu me sinto na plenitude, na minha melhor forma. Já ganhei uma experiência significativa de palco e estúdio, mas ainda tenho muita energia, aquela empolgação para recomeçar”, explica.

O recomeço aí tem vários significados. Vercillo trocou a gravadora EMI pela Sony. E gravou de maneira diferente, no seu próprio estúdio – “na minha casa, no meu conforto”, como explica. Foram 12 meses de gravação, entre fevereiro do ano passado e de 2010. Esse prazo mais elástico e a tranquilidade de gravar no momento e da forma desejada não tornaram “D.N.A.” um trabalho acomodado ou previsível.

O “susto” já aplaca o ouvinte na primeira faixa, “Há de Ser”, que conta com participação de Milton Nascimento. O clima inquietante que abre a música, e que lhe dá algo misterioso, é completado pela gravação de vozes de uma tribo. Gravar essas tantas vozes não foi nada fácil.

“Foi um desafio. Todos esses ‘índios’ se chamam Jorge Vercillo, e cantaram em tons diferentes. Um em mi misto, outro em mi médio, outro em mi superagudo. Fui do porão ao sótão com a voz das minhas tribos”, brinca.

O show, que recebeu boas críticas no Rio de Janeiro no fim de semana, traz um pouco da sofisticação que “D.N.A.” traz em sua concepção e musicalidade, mas ganha força como um apanhado dos momentos mais significativos e inspirados da carreira do artista. Tanto que a bela “Deve Ser” – um dos pontos altos da trilha da recém-encerrada “Viver a Vida” – é um dos pilares da apresentação. Seu sucesso fez com que a música fosse incluída como faixa-bônus no novo álbum.

O samba “Verdade Oculta” é outro destaque que sai do novo trabalho e se dá muito bem no palco. “Quando eu Crescer” tem parte da letra cantada em quimbundo, dialeto angolano – resultado da passagem do show de Vercillo por Angola.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br

Entrevista Jorge Vercillo na Caras!

Jorge Vercillo lança disco 'em família'


Foto: Ricardo Nunes

O cantor e compositor Jorge Vercillo lança seu 8º álbum, DNA.O disco traz ao todo doze faixas, sendo dez canções inéditas, todas de sua autoria ou com a colaboração de parceiros habituais, como Dudu Falcão e Ana Carolina. Em conversa com o Portal CARAS, o cantor revela detalhes de sua intimidade e da inédita participação de sua mulher, Gabriela Vercillo, nesse novo projeto.

-
Como você define seu novo álbum? Seria um momento mais reflexivo de sua carreira?

- O título
DNA do meu 8º álbum vem marcar uma nova etapa da minha vida, ele reflete a minha identidade de forma completa, traduzindo o meu momento e buscando as minhas inúmeras visões do mundo e totalitárias do planeta, e também das minhas novas descobertas, na filosofia quântica, ufologia, cosmologia e diversos pensamentos que me inspiraram para este trabalho, e que tocam de maneira especial nas entrelinhas.

-
Um dos principais destaques deste disco é o dueto com o consagrado cantor Milton Nascimento. Como surgiu essa parceira?

- Além de ser meu ídolo, o Milton já foi citado na música
Tudo que Eu Tenho, do meu outro álbum. Já a música que abre o disco, Há de Ser, me inspirou a fazer o dueto com o Milton Nascimento, e acabei chamando-o para essa participação.

-
A música Deve Ser, parceira com Dudu Falcão, entrou como faixa bônus no disco. A música compõe a trilha sonora da novela Viver a Vida da TV Globo. Qual a importância de ter uma música como tema dos protagonistas da novela?

- É de grande importância, pois a música alcança todos os níveis e classes sociais, e chega a toda massa popular. A escolha da música para compor o casal da novela foi do autor
Manoel Carlos e do diretor Jayme Monjardim.

- Quais são os futuros projetos de sua carreira?

- No momento minha prioridade é a divulgação deste disco. E também da música
Me Transformo em Luar. Já gravamos o clipe, que foi feito em Buenos Aires, na Argentina, lugar que me inspira muito. A direção do clipe foi do Fausto Vila Nova, mas também teve meu envolvimento desde a produção até o roteiro. E também continuar com o DVD Trem da Minha Vida gravado em 2009.

-
A letra da faixa Mémorias do Prazer foi feita com a participação inédita da sua esposa. É a primeira vez que a Gabriela colabora em um trabalho seu?

- A participação da minha esposa foi totalmente ocasional. Eu já tinha essa melodia e a Gabi me ouvia cantarolando pela casa e acabou se envolvendo e colaborando na letra. A canção é um duo com a cantora
Ninah Jo, e desde o inicio já pensava na voz dela nessa música.

-
E seus filhos, tiveram algum envolvimento neste trabalho?

- Os meus dois filhos,
Vinicius e Victor me acompanhavam nas gravações no estúdio Poeta Paulo Emílio, montado em minha casa, inclusive meu filho mais novo, o Victor, aparece em uma foto deitado de bruços no encarte do CD. O envolvimento foi tão grande que registramos esse momento. Eles ficavam brincando pelo estúdio enquanto eu gravava.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Agenda Vercillo: Mais informações

Jaraguá do Sul - SC
19 de Maio de 2010
Local:SCAR - grande teatro da SCAR
Endereço:Rua Jorge Czerniewicz, 160
Horário:20:30h

Joinville - SC
20 de Maio de 2010
Local:VEDOZE EVENTOS E FESTAS LTDA
Endereço:RUA VISCONDE DE TAUNAY 1103 - ATIRADORES
Horário:21h

Florianópolis (SC)
21 de Maio de 2010
Local: Floripa Music Hall
Endereço: Rua henrique Valgas, 13 - centro
Abertura da casa: 22h

Itajaí (SC)
22 de Maio de 2010
Local:Kiwi Bar - Vida na Praia.
Endereço: Rua José Medeiros Vieira, S/N, Praia Brava, Canto do Morcego. Itajaí - SC (Acesso por Cabeçudas)
Abertura da casa: 23h

Campinas (SP)
28 de Maio de 2010
Local: Espaço Edding
End: Av. Nossa Senhora de Fátima, 697 - Taquaral
Horário: 22h

Jundiaí- SP
29 de Maio de 2010
Local: Teatro Polytheama
Endereço:Rua Barão de Jundiaí,176. Jundiaí - SP
Abertura da casa: 20 horas

São Paulo - SP
30 de Maio de 2010
Local: Via Funchal
Horário: 20h

Mais do DNA de Vercillo!

Foto: site do cantor

O cantor e compositor Jorge Vercillo abre nova fase em sua carreira. Ele estreia na gravadora Sony Music, após quase dez anos na EMI. O primeiro lançamento é o CD D.N.A., o oitavo de sua discografia. O autor do sucesso Que Nem Maré explica a mudança.

-
Passei por momentos bons e ruins naquela gravadora, mas sobrevivi. Agora vivia uma fase boa lá com a presidência do Marcelo Castelo Branco, mas eu precisava sair, e a proposta da Sony foi muito boa, propuseram a mim um projeto muito moderno, ousado.

Por sinal, há alguns anos Vercillo apostou na produção independente, ao sair da gravadora Continental, pela qual lançou seus dois primeiros discos. Ele explica o porque optou por manter contratos com multinacionais do disco depois disso.

- Continuei tomando conta do meu próprio negócio, mesmo estando em gravadoras multinacionais. Na época em que saí da Continental, esse tipo de empresa não dava abertura a artistas com o meu perfil, mas isso mudou, elas apostam mais em artistas de MPB e pop que tem público fiel, mesmo sem vender milhões de cópias.

D.N.A. tem como marca a diversidade de ritmos, incluindo samba, pop, soul e outros elementos. Uma das marcas é o fato de o artista também ter diversificado o seu registro vocal.


-
Usei os agudos, mas trabalhei mais os meus graves. O álbum tem algumas participações especiais, entre as quais a de Milton Nascimento na faixa de abertura do disco, Há de Ser.

- Eu e o Milton ficamos muito amigos, de um ir na casa do outro. Essa música tem um forte clima de MPB mineira, achei que era a cara dele.

No sambão Verdade Oculta, surgem fortes influências de Gonzaguinha, que Vercillo considera um dos gênios da música brasileira.


O álbum D.N.A. inclui composições solo de Vercillo e também parcerias com nomes como Filó Machado, Dudu Falcão, Jota Velloso, Alexandre Rocha e Ana Carolina. Uma dessas canções é muito especial, a música Memória do Prazer, a primeira escrita com sua esposa Gabriela Vercillo.

Fonte: http://www.clickpb.com.br/

Artistas no show, de Vercillo, no Vivo Rio!!

Após ‘Viver a Vida’, Lica Oliveira vai ao show de Jorge Vercillo no Rio

Ela e o ator Marcos Oliveria, o Beiçola de ‘A Grande Família’, estiveram na estreia da nova turnê do cantor.

Do EGO, no Rio

Terminados os compromissos profissionais em “Viver a Vida”, Lica Oliveira, onde viveu a personagem Edite, Lica Oliveira só quer saber de relaxar. A atriz começou suas férias no sábado, 15, indo ao show de Jorge Vercillo, na estreia da turnê “DNA” do cantor. Quem também esteve no show e fez questão de ir até o camarim de Jorge foi o ator Marcos Oliveira, o Beiçola, de “A Grande Família”.

Ricardo Nunes/-Divulgação

Lica Oliveira e o marido Jeferson: depois do batente, hora de relaxar

Ricardo Nunes/-Divulgação

Marcos Oliveira no camarim de Jorge Vercillo: abraço de fã

Jorge Vercillo no dia dos namorados em Salvador

Informações: 32726100

domingo, 16 de maio de 2010

Vercillo no Vivo Rio - By Verittcha



Mais sobre o DNA - Jorge Vercillo - Diário de SP

Por mais de 15 anos de carreira, Jorge Vercillo ouviu críticas a seu trabalho. Hoje, lançando seu oitavo disco, “D.N.A.”, ele acredita que é hora de deixar de lado os bons e maus comentários e para agradar apenas quem já o fez vender mais de 1,5 milhão de discos: o público.

Com o novo trabalho, o cantor marca sua estreia na gravadora Sony Music e diz viver uma fase mais segura para lidar com o que dizem sobre ele. “Ultimamente, tenho preferido não me apegar. Para mim, a crítica é como a personagem da Natália do Vale em ‘Viver a Vida’. É um mal necessário, só para dar um tempero na história”, disse Vercillo em entrevista ao DIÁRIO, no Rio. “Eu nunca recebi um comentário que me prejudicasse ou que fizesse muita diferença na minha carreira. Cada um tem um gosto, não posso exigir que seja diferente.”

É bom Vercillo estar nesta fase mais zen, porque de cara ouviu comentários sobre sua iniciativa de incluir um faixa-a-faixa e um glossário no encarte do disco. “Já disseram que estou subestimando os meus fãs com isto. Que bom! Sinal de que tenho um público conceituado”, assinala o cantor. “A ideia foi trazer de volta o prazer que a gente tinha de manusear o encarte de um vinil. Queria que as pessoas pensassem: ‘Que legal que tenho um CD original’.”

Foi no aconchego de sua casa – ele montou um estúdio no quintal – que o carioca produziu, ao lado de Paulo Calasans, as 12 faixas do trabalho. “Deve Ser”, que estava na trilha de “Viver a Vida” (errata da reportagem, já modificada, aqui, pela autora deste blog: Bia), da Globo, entra como bônus. Assuntos mais profundos e melodias mais densas, algumas ligadas a questões holísticas, esotéricas e ufológicas, marcam o trabalho.

O samba, que ganhou destaque no anterior “Trem da Minha Vida”, volta ao repertório. Pela primeira vez, o músico usa cavaquinho, surdo, violão de sete cordas e a formação original de samba num disco. E como “D.N.A.” é uma tentativa de Vercillo mostrar sua identidade, ele chamou como reforço a própria mulher, a psicóloga Gabriela Vercillo. Ela estreia como compositora em “Memória do Prazer”. Milton Nascimento, que o cantor considera como sendo da família, também empresta a voz em “Há de Ser”. Ficou tudo em casa mesmo.

http://www.diariosp.com.br - Por Paola Correia

Mauro Ferreira Comenta Show de Jorge Vercillo no RJ

Banda sustenta viagens de Vercillo em 'D.N.A.'


Resenha de show
Título: D.N.A.
Artista: Jorge Vercillo (em fotos de Mauro Ferreira)
Local: Vivo Rio (RJ)
Data: 15 de maio de 2010
Cotação: * * * 1/2

O show D.N.A. é viagem pop pelo particular universo musical de Jorge Vercillo. A salutar brasilidade do espetáculo anterior do cantor - Todos Nós Somos Um, que estreou em abril de 2008 com inspiração no CD homônimo lançado em novembro de 2007 - se dilui neste novo show, ainda que o roteiro agregue um samba filosófico, Verdade Oculta, embalado no palco em formato (quase) tradicional. Vercillo soa menos brasileiro sem perda substancial da densidade conquistada em seu álbum anterior, que rendeu um hit tardio, a ótima balada Deve Ser, providencialmente alocada no roteiro e no atual disco (como faixa-bônus) por ter sido veiculada em escala nacional na trilha sonora da recém-terminada novela Viver a Vida. Antes tarde do que nunca, pois Deve Ser é bonita!!!

Com roteiro que agrega músicas de todos os álbuns do artista, o show segue com fidelidade a rota traçada pelo recém-lançado CD D.N.A. - o primeiro do cantor na gravadora Sony Music. Dentro da viagem filosófica, que embute questões transcendentais e até místicas, é inegável a beleza de Há de Ser, a balada gravada por Vercillo no disco com Milton Nascimento. Impressiona também o fato de o fã-clube fiel já estar cantando a maioria das músicas do CD que mal chegou às lojas. E, pela reação popular, já dá para perceber que Arco-Íris (Jota Vercillo e Filo Machado) se insinua como provável segundo single tão logo se esgote o curto fôlego promocional de Me Trasformo em Luar. Em contrapartida, a afro Quando Eu Crescer perde impacto sem o coro angolano do álbum.

As questões filosóficas propostas pelo CD D.N.A. se esvaziam na atmosfera pop do palco, mas propiciam a citação de versos de músicas de Caetano Veloso - Um Índio (1976) e Terra (1979) - e a inclusão de temas afins como como Invisível. Puxar a capella o refrão de Terra é efeito que dá resultado. E, citações à parte, o fato é que a superbanda arregimentada para o show D.N.A. - formada por Bernardo Bosisio (guitarra e violões), André Neiva (baixo), Glauton Campello (teclados), Claudio Infante (bateria), Orlando Costa (percussão), Jessé Sadoc (trompete) e Glauco Fernandes (violino) - sustenta Vercillo em suas viagens musicais. Suporte evidenciado no arranjo progressivo de Fênix (Vercillo e Flávio Venturini), herdado do show anterior, que abre espaço para solos da bateria de Infante e da guitarra de Bosisio. Em Fênix, aliás, Vercillo exercita seus dotes vocais ao arriscar um falsete - recurso bisado em Quem É Você, a boa surpresa do roteiro. Trata-se do tema do compositor e pianista de jazz norte-americano Lyle Mays que foi lançado no Brasil por Zizi Possi com letra em português do também pianista Luiz Avellar. Quem É Você dá outro colorido a um roteiro excessivamente autoral. Composições como o samba Toda Espera (lançado por Vercillo no álbum Todos Nós Somos Um) e o reggae Himalaia (do segundo álbum do artista, Em Tudo que É Belo, de 1996) se dispersam no repertório do show D.N.A. e passam despercebibos - ainda que Himalaia até renda apropriado link temático com o hit que o segue, Homem-Aranha. Mas tais dispersões e costuras talvez nem sejam percebidas pelo público feminino que faz coro espontâneo em Ela Une Todas as Coisas e em Encontro das Águas. Este primeiro hit de Vercillo é praticamente entoado a capella pelo público - um afago do ídolo (que se cala para o público cantar) no ego do fã-clube que não o abandonou quando ele deixou de seguir a cartilha radiofônica para renovar sua música. Aliás, no fim dançante, eles, os hits das rádios, reaparecem para elevar a temperatura do show. Claro que Vercillo recorda Que Nem Maré e Final Feliz - este já no bis que termina morno com lembranças inadequadas (para o momento) de Penso em ti e Mandala. Enfim, Vercillo imprime sua identidade em D.N.A. e, para seu público, a viagem tem destino certo e feliz.

Show do Vivo Rio - Por Mauro Ferreira

Vercillo cita Caetano no roteiro do show 'D.N.A.'

Fotos: Mauro Ferreira

Música do compositor e pianista de jazz norte-americano Lyle Mays, letrada em português por Luiz Avellar e gravada por Zizi Possi no álbum Valsa Brasileira (2004), Quem É Você figura no roteiro do novo show de Jorge Vercillo, D.N.A., apresentado na noite de sábado, 15 de maio de 2010, na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). Vercillo - visto no post em fotos de Mauro Ferreira - também inseriu versos de Um Índio e Terra, músicas de Caetano Veloso, no repertório (quase) inteiramente autoral. Eis o roteiro seguido por Vercillo na estreia carioca da turnê do show D.N.A.:

1. Caso Perdido (Jorge Vercillo e Max Viana)
2. Deve Ser (Jorge Vercillo e Dudu Falcão)
3. Verdade Oculta (Jorge Vercillo)
- com citação de Um Índio (Caetano Veloso)
4. Fênix (Jorge Vercillo e Flávio Venturini)
- com citação de Terra (Caetano Veloso)
5. Invisível (Jorge Vercillo)
6. Há de Ser (Jorge Vercillo)
7. Ela Une Todas as Coisas (Jorge Vercillo e Jota Maranhão)
8. Arco-Íris (Jota Vercillo e Filó Machado)
9. Toda Espera (Jorge Vercillo)
10. Memória do Prazer (Jorge Vercillo e Gabriela Vercillo)
11. Devaneio (Jorge Vercillo)
12. Quando Eu Crescer (Jorge Vercillo - versos em kimbundo de Filipe Mukenga)
13. Monalisa (Jorge Vercillo)
14. O Que Eu Não Conheço (Jorge Vercillo e Jota Velloso)
15. Encontro das Águas (Jorge Vercillo e Jota Maranhão)
16. Quem É Você (Lyle Mays e Luiz Avellar)
17. Me Transformo em Luar (Jorge Vercillo)
18. Himalaia (Jorge Vercillo e Paulo César Feital)
19. Homem-Aranha (Jorge Vercillo)
20. Que Nem Maré (Jorge Vercillo)
Bis:
21. Final Feliz (Jorge Vercillo)
22. Penso em ti (Jorge Vercillo)
23. Mandala (Jorge Vercillo e Torcuato Mariano)

Entrevista de Jorge Vercillo na JBFM





sábado, 15 de maio de 2010

Mais novidades: Jorge Vercillo

Jorge Vercillo mostra no Vivo Rio reflexões poéticas sobre ufologia

POR PEDRO LANDIM

Jorge Vercillo desce amanhã na cidade após uma viagem extraterrestre, evocando divindades e mostrando no Vivo Rio a face cósmica de seu novo trabalho, de título simbólico: ‘D.N.A.’

“Me envolvi com a ufologia quando percebi que meu corpo era fruto de alguma
tecnologia organizada. Somos como computadores orgânicos que executam ordens da mente”, afirma o músico, compositor e cantor, sobre o caminho de sua poesia.

Foto: Divulgação

Gravado inteiramente no estúdio de sua casa, com tempo para criar e os dois filhos correndo entre os instrumentos, o disco é produzido por Vercillo em parceria com Paulo Calasans, e traz músicas que estarão no show como ‘Memória do Prazer’ — primeira parceria com a mulher, Gabriela —, e ‘Verdade Oculta’, canção de amor que fala de orixás e avatares, de Afrodite, Oxum e Alá.

“Nós, artistas, devemos aproveitar o espaço que temos para falar do que gostamos, e podemos inspirar na vida das
pessoas. Não ter medo de caminhar por um universo utópico”, diz Vercillo. Após um show em São Paulo, ele ouviu de uma autora de livros sobre ETs que suas canções tinham a ver com mensagens de outros mundos, despertando os novos horizontes de seu trabalho.

Marcando presença nas trilhas sonoras das novelas da Globo, Vercillo tem ‘Deve Ser’ em ‘Viver a Vida’ — que entrou como faixa bônus do CD —, e ‘O Que Eu Não Conheço’, já gravada por Maria Bethânia, vai embalar cenas de ‘Ti-TiTi’, a próxima trama das 19h. Dos discos antigos, o
público ouvirá ‘Que Nem Maré’, ‘Monalisa’, ‘Invisível’ e ‘Homem-Aranha’, que ganhou novo arranjo ‘rockabilly’, entre outras.

Serviço
:
Vivo Rio - Avenida Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo (2272-2900). Amanhã, às 22h. De R$ 50 (plateia superior) a R$ 150 (camarote A). 16 anos.